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Dor crônica é a maior vilã da saúde das mulheres

Apesar dos avanços na conscientização, a automedicação ainda é um problema grave

É sabido que grande parte da população sofre com dores. Seja ela crônica ou aguda a dor está sempre presente na rotina de qualquer ser humano. Um recente mapeamento sobre dor crônica foi feito em São Paulo e os resultados são preocupantes. Três em cada 10 paulistanos convivem com o problema (28% no total) e destes, a maioria são mulheres (34%).

Apesar dos avanços na conscientização, a automedicação ainda é um problema grave. Segundo a diretora da Sociedade Brasileira para o Estudo da Dor (SBED), Fabiola Minson, não buscar ajuda especializada, ao acreditar que a dor é passageira e que qualquer ‘remedinho’ irá resolver o problema são os erros mais comuns.

Muitas pessoas se automedicam ou então convivem anos com a dor sem saber realmente o que se passa ? explica.

Ainda sobre o estudo feito em São Paulo, as donas de casa são as que mais sofrem deste mal (33,3%) e as queixas mais comuns destas mulheres são dores nas pernas (22%), costas (21%) e cabeça (15%). A explicação para a liderança feminina na apresentação de dor é que nelas são encontrados maiores índices de obesidade ? que alavancam o problema ? e também porque sofrem mais de fibromialgia, doença de diagnóstico confuso, caracterizada pela dor em várias regiões do corpo.

A dor crônica afeta a qualidade de vida das pessoas, atrapalha ou impede atividades rotineiras e pode desencadear problemas sérios. O primeiro passo a dar na luta contra a dor é rejeitar a idéia de que sentir dor é normal. Isso não é verdade. Topo o tipo de dor requer atenção médica e pode ser curada, tratada ou minimizada, dependendo do caso.

Para chamar a atenção e conscientizar a população de que é possível viver sem dor com tratamentos adequados, a SBED realiza a Campanha ?A Dor para a vida das pessoas. Pare a dor?. O objetivo é tornar público esse tema, informando aos pacientes e aos médicos como a dor é tratada de forma equivocada no país.

Fonte: Zero Hora